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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Como acertar a numeração de roupas das crianças


A moda não é exclusiva do mundo jovem e adulto e cada vez mais conquista as crianças. Os pequenos ainda têm preferência entre os brinquedos e games, mas é notável que eles começam a se interessar pela maneira de vestir e ainda impõem seus gostos e escolhem seus estilos. Para os adultos, é sempre difícil saber como agradar uma criança na hora de comprar roupas e há sempre uma dificuldade para acertar a numeração. O que acaba sendo um grande problema, pois as roupas variam muito e deixam os pais em dúvida.

O Brasil segue uma tabela (veja abaixo) criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é o Foro Nacional de Normalização. O objetivo é estabelecer um sistema de indicação de tamanhos que apresente, de forma direta e de fácil compreensão, as medidas corporais de crianças e jovens.

As fábricas não são obrigadas a seguir essa tabela, ela é apenas uma sugestão para que se chegue a um padrão, porém, os principais fabricantes estão adotando-a.


Esses tamanhos levam em conta várias medidas médias para cada faixa etária como por exemplo, medida do tórax, quadril, cintura, ombro, bíceps, etc. Por isso, ainda existirão os casos em que um bebê de 3 meses necessitará de uma roupa tamanho G e um outro bebê de 3 meses de tamanho P, pois essas medidas foram baseadas em uma média do corpo humano dos bebês em cada faixa etária.

A principal diferença dessa tabela para as numerações anteriores é que cada fábrica tinha a sua, ou seja, o tamanho M de uma fábrica não era igual ao de outra fábrica, com essa tabela, os tamanhos M de todas as fábricas deveriam ter as mesmas medidas.

Por Guia do Bebê

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Marca infantil de roupa produziu peças exclusivas para torneio de Golf Kids

A primeira edição do Soul Sessions Golf Championship aconteceu em Curitiba, nos dias 27 e 28 de julho. 

A Toffee, marca infantil masculina, foi uma das patrocinadoras do evento que tem como objetivo unir esporte e entretenimento por meio de uma experiência diferenciada para toda a família.


Os pequenos competidores do torneio Golf Kids, uma das atrações do evento, usaram modelos exclusivos de pólos, confeccionados pela marca da girafa especialmente para a ocasião. Os participantes, meninos de 7 a 16 anos, ganharam a peça, feita de piquet em algodão com elastano. 

O campeonato faz parte dos preparativos para o retorno do esporte aos Jogos Olímpicos 2016.

Com suas raízes no universo do golfe, a Toffee inspira-se no esporte para levar peças charmosas e elegantes aos pequenos e divide-se em quatro linhas (Classic, Stroke, Player e Champs). 

Divulgação Toffee

terça-feira, 26 de março de 2013

Não serve mais, e agora?



Olá! Meu nome é Carol Baggio, sou jornalista e paulista. A convite da Ana Cruz, passo, a partir desse post, a colaborar com textos aqui no blog da Petit Polá, com intuito de ajudar e dar dicas às mamães de todo o Brasil que acompanham a revista. Deixem seus comentários e sugestões... São sempre bem-vindos!

O assunto de hoje é: Brechós virtuais. Sabe quando as sacolas de roupas que não servem mais para nossos filhos já não têm espaço no armário? E aquele carrinho elétrico que deixou de ser usado há meses mas continua ocupando boa parte do quarto? Depois de se perguntarem #cadêmeubebê (sim, eles crescem tão rápido, né?!), muitas mães resolveram usar as redes sociais para, com as peças que não são mais usadas,  "capitalizar" - um jeito moderninho de dizer que estão vendendo tudo pela internet! Já quem compra diz que gosta do sistema porque pode pagar mais barato por algo que está em perfeitas condições de uso. 

No Facebook, por exemplo, há inúmeros grupos que servem de vitrine virtual. Em geral, eles não cobram pela participação dos internautas, que combinam entre si as negociações da venda. Neste caso, alguém publica a foto de uma peça, dizendo qual tamanho disponível e valor. Se o produto tiver que ser entregue via Correios, cabe ao comprador arcar com as despesas de envio. Normalmente a forma de pagamento é via depósito bancário. Entre os brechós que conheço que vendem roupas, sapatos e acessórios estão o Loucura Materna, o Bazar Materno (que além de roupas usadas, tem espaço para artesanato de mães empreendedoras), o Brechó for Babies e o Brincando de Novo (que tem muitos brinquedos no "catálogo").

Outra forma de vender online peças infantis usadas é montando seu próprio blog na internet, com posts que contenham as peças a serem comercializadas. Neste caso, a própria autora do blog fica responsável em fazer a negociação toda - inclusive definindo a forma de pagamento. Para tanto, é preciso ter noções de publicação em plataformas digitais para gerenciar o conteúdo que ficará disponível. 

Uma alternativa a ter que manter o próprio blog de venda é contar com ajuda especializada. Alguns sites já têm todo um esquema de venda online de peças de segunda mão, e além de ajudarem nessa logística, também colaboram com a divulgação do produto anunciado. Neste caso, há maneiras próprias de negociação e os sites cobram uma porcentagem pela venda. Um exemplo bem conhecido e (bacanérrimo) é o Enjoei (e tô vendendo), que além de produtos para homens, mulheres e para casa, também tem uma seção infantil. 

E vocês, são adeptas da "capitalização" vendendo produtos que não servem mais? Conhecem outros grupos ou blogs para indicar?


Por Carol Baggio - colaboradora da Petit Polá em São Paulo.