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terça-feira, 26 de novembro de 2013

A incrível percepção dos bebês


Na grande maioria das vezes, a resposta para o comportamento de um bebê reside nas atitudes dos pais. Os recém-nascidos não se mantêm alheios ao mundo dos adultos, pelo contrário. Eles percebem o que acontece a seu redor e reagem por meio de comportamentos que vão do riso ao choro. Estudos recentes revelaram que os bebês podem decifrar as emoções de seus entes queridos mesmo quando estes estão fingindo, ou reconhecer a voz da mãe poucas horas depois do nascimento.

Esse tipo de investigação mostrou que os bebês tornam-se capazes de identificar as emoções dos adultos por volta dos sete meses de idade. Com seis meses, já conseguem identificá-las em pessoas com as quais estão familiarizados.

Na tentativa de saber mais sobre como os bebês percebem e são afetados pelo ambiente, os pesquisadores da Universidade de Brigham Young, Estados Unidos, realizaram uma série de estudos que sugerem que os bebês compreendem não apenas as emoções dos adultos, mas também dos animais e de outros bebês. Segundo Ross Flom, professor de psicologia da universidade, os bebês podem, por exemplo, interpretar corretamente os sentimentos relacionados à tristeza e felicidade em cães e macacos.


Para chegar a esses resultados, Flom e sua equipe analisaram o comportamento de alguns bebês mostrando imagens de cães, uma com o cão em posição ameaçadora, e outra mais amistosa. Em seguida reproduziram duas gravações: uma com latidos agradáveis e outra latidos agressivos. As crianças com seis meses de idade conseguiram relacionar com sucesso os sons e as imagens, interpretando a linguagem corporal dos cães.

Em relação à identificação de tristeza e felicidade, um estudo anterior do mesmo autor revelou que bebês de cinco meses são capazes de diferenciar uma música triste de uma alegre. Segundo Flom, “uma das primeiras coisas que os bebês entendem comunicativamente é a emoção, por isso, para eles, a melodia é a mensagem”. Essa percepção foi determinada considerando as mudanças no rosto e a atitude dos bebês conforme o tipo de música que ouviam.

Por Discovery Mulher

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O sorriso mágico dos bebês

José Roberto Torero escreveu 30 livros, metade para crianças e metade para adultos, e Maria Rita Barbi trabalha com projetos de consultoria em negócios, mas se diverte escrevendo. Os dois escrevem para blog "Barrigudos" e no post abaixo, descrevem as diferenças dos sorrisos dos bebês, em especial do pequeno Matias. Confiram:


Matias está rindo. E muito.

Mal acorda e já dá belas risadas com suas gengivas vazias.

Ele já dava alguns sorrisos antes, mas agora eles acontecem com muita facilidade. E nós derretemos, é claro.

O interessante é que os sorrisos começam a acontecer quando os pais já estamos exaustos por conta dos primeiros meses de cuidados intensivos com os bebês.

O cansaço, as olheiras, as noites sem dormir e os braços cansados de carregar o bebê durante as crises de choro, tudo isso é esquecido quando eles riem para nós.

A risada para os pais é uma recompensa. É o pote de ouro no fim do arco-íris.

E não é à toa que os bebês são fofos. Há quem diga que a risada dos bebês é uma prova da teoria da evolução de Darwin. Uma prova da seleção natural.


O sorriso aumenta o índice de fofura, e isso faz com que os adultos lhes prestem mais atenção, aumentando o cuidado que têm com eles, garantindo assim a sobrevivência dos filhotes e a perpetuação da espécie.

Trata-se de um truque para garantir os cuidados parentais. A mesma tese explica porque os filhotes de cachorros e de gatos são tão lindinhos.

Matias utiliza bem os seus poderes. Sempre que vê alguém pela primeira vez, dá um daqueles sorrisos com um gemidinho, o que automaticamente transforma a pessoa em uma escrava. Tanto isso é verdade que a frase mais comum depois de uma de suas risadas hipnóticas é “Posso segurar ele um pouquinho?”.

Ele é como o Gato de Botas do Shrek, só que, em vez daquele olhar pidão, usa o sorriso.

O golpe é ainda mais eficiente em avós babões e tias corujas. Estes pobres seres, já predispostos a amar incondicionalmente, não têm a menor defesa contra os sorrisos sedutores de um bebê. Se Matias soubesse falar e dissesse “Me dá seu carro, vovó?”, elas entregariam a chave na hora.

Mas o riso como elemento de sedução não é uma exclusividade humana. Segundo Katie Slocombe, especialista em cognição da Universidade de York (Grã-Bretanha), “Quando um chimpanzé ri, isso parece estimular seu interlocutor a continuar a brincar, assim como faz um bebê tentando manter a atenção de um adulto.''


A tática risadal de Matias é tão sofisticada que ele conseguiu desenvolver vários tipos de sorrisos. Há uma risadinha irônica com o canto da boca, um sorriso safado em que ele põe a linguinha de fora, uma risada larga, com a boca bem aberta, uma risada contida, com a boca fazendo apenas um traço, e uma gargalhada que é quase um grito. E às vezes ele ainda olha para a pessoa com o canto de olho e inclina levemente a cabeça. É infalível! Não há quem não se torne seu adorador.

Mas pode ser que estejamos sendo maquiavélicos demais. Talvez o riso das crianças não seja um recurso instintivo para garantir sua sobrevivência, talvez não seja uma demonstração da teoria da evolução de Darwin.

Talvez ele apenas sorria porque está feliz, porque sente que é amado.

Ou talvez seja isso que ele quer que a gente pense.

Por Blog Barrigudos

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Convivendo com diferentes culturas

Uma de nossas colaboradoras, Gretel Neves, é peruana, casada com um espanhol e mora em Barcelona com seu marido e seus dois filhos, Alexia, 6 anos, e Nicolás, 1 ano.

Por viver em uma cidade muito cosmopolita, seus filhos têm a oportunidade de conviver com pessoas de diferentes nacionalidades e viver um pouco as diversas culturas.

Desta vez, Gretel nos conta sobre a experiência que a família teve ao participar de uma comemoração indiana, o Diwalli.


"Meu pequeno Nico começa a ter seus primeiros amigos. Todos são muito internacionais, como é de se esperar em uma cidade como Barcelona. No fim de semana passado, fomos convidados para celebrar o primeiro Diwalli de Maddox, um dos amigos do meu filho de 1 ano e 10 meses.

Maddox nasceu na Espanha, mas sua mãe é mexicana e seu pai indiano. É o melhor amigo do Nico! Eu sei, eles tem apenas 22 meses, mas suas demonstrações de afeto, a forma como se divertem brincando juntos - e às vezes brigando também - nos faz perceber como os meninos se gostam. Nos diverte bastante vê-los juntos.


Fomos à casa da família de Maddox e os anfitriões nos explicaram que o Diwalli, Festival da Luz, é um dos eventos mais populares na Índia. É uma festa religiosa hindú que simboliza a destruição das forças do mal. Se celebra a cada ano entre os meses de outubro e novembro. As pessoas compram roupas novas para este dia especial, compartilham comidas (principalmente doces) e soltam fogos de artifício.


Nos divertimos muito nesta noite diferente na casa dos nossos amigos internacionais. Comemos comida indiana muito picante, mas muito gostosa também. Fizemos a punya, oração à deusa Lakshmí, que é aquela que dá prosperidade e riqueza. Havia outras famílias vindas de diversas partes do mundo e este contato foi muito interessante tanto para as crianças quanto para os pais. Alexia fez muitas amigas e ficou encantada quando saímos na rua com as luzes!"

Por Revista Petit Polá

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dicas para viajar de carro com crianças e bebês


Feriado prolongado é sinônimo de viagem para muitos pais. Mas você sabe como proporcionar aos seus filhos horas no carro de maneira divertida, confortável e segura? Confira abaixo algumas dicas:

Tente fugir do calor
Se seu filho estiver resfriado ou com tosse, talvez você não possa ligar o ar condicionado do carro, e passar calor será muito chato e um incômodo para você e para as crianças. Então, procure programar a viagem para o mais cedo possível, para fugir de horários em que a temperatura esteja muito quente.

Não esqueça do travesseiro
A cadeirinha e o bebê-conforto geralmente não são tão confortáveis assim, por isso, tente deixar seu filho o mais confortável possível para dormir – neste caso, um travesseiro pequeno e apropriado para crianças ajuda bastante.

Leve um ou dois brinquedos favoritos
Pode ser um bicho de pelúcia, uma boneca ou outro brinquedo que seu filho adora. Com esse artigo por perto, a criança vai ficar feliz e se sentir segura porque terá com ela algo que conhece e se identifica.

Use a tecnologia como um coringa
Principalmente se seu filho estiver muito incomodado e cansado com a viagem, colocar um vídeo no smartphone ou no tablet ou então um DVD pode ser de grande ajuda. Podem ser vídeos animados com música, filmes (se seu filho já for maior e conseguir assistir) ou até jogos eletrônicos.

Faça brincadeiras com toda a família
Passar horas no carro é cansativo não só para as crianças, mas também para os adultos. Então, fazer brincadeiras pode ser uma boa forma de passar o tempo. Com as crianças mais velhas, além de cantar, você pode fazer adivinhações. Eu adoro brincar de “Tibitá”. É assim: uma pessoa escolhe um verbo e as outras precisam descobrir qual é esse verbo, fazendo perguntas com o verbo “tibitar”. Por exemplo: “Você tibita todo dia?”, “Você está tibitando agora?”. A brincadeira continua até alguém descobrir qual é o verbo.

Invente brincadeiras novas
Se você tem bebê, você sabe como qualquer coisa muito simples pode ser algo muito divertido para o seu baby, principalmente se for algo concreto, ou seja, real, e não um brinquedo. Nesta viagem recente, inventamos de colocar uvas dentro de uma garrafinha pet, rendeu boas risadas.

Não esqueça de água e comidinhas
Além de água e suco, você pode levar frutas (lavadas, cortadas e em potinhos), pão ou outro alimento que seu filho goste e o distrai ao mesmo tempo. A Manu adora comer aquelas uvas doces sem caroço, e isso já leva um bom tempo pra ela fazer e se distrair.

Leve documentos e remédios
Lembre-se de sempre andar com os documentos da criança em dia, como a carteirinha do convênio, além de levar os remédios e suas receitas. Se seu bebê ainda não tem identidade, você vai precisar levar a certidão de nascimento. Fique ligado: caso você resolva voltar da viagem de avião, se não tiver a certidão de nascimento do bebê, você não poderá embarcar.

Faça paradas estratégicas
Aproveite as paradas para “esticar as pernas”, trocar a fralda do bebê ou, se ele já andar, para ele também caminhadar. Se seu filho já souber ir ao banheiro, tente descobrir antecipadamente qual posto ou espaço de lazer no caminho da viagem é bom para isso (e mais limpo). A parada também é um bom momento de distração. A Manu adora cachorros e sempre tem alguém passeando com seu cão.

Crie expectativas
Apesar de cansativa, tente fazer da longa viagem uma aventura que terá uma “atração” no final, como a criança matar a saudade dos avós ou, se for o caso, conhecer um lugar novo e divertido (quando o destino for praia ou campo nas férias, por exemplo).

Mamães, logo começa o período de férias também, quando muitos destinos são acessados de carro. Espero que com essas dicas vocês façam uma boa viagem e curtam bastante os seus filhos. Você também tem outras dicas? O que costuma funcionar pra vocês? Conte pra gente!

Por Mamãe Prática

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Chupar dedo ou chupeta


Chupar dedo ou chupeta é chamado de hábito de sucção não-nutritiva. O ato de sugar satisfaz o bebê afetivamente e gera um sentimento de prazer e de segurança. A sucção é um recurso que o bebê dispõe para se acalmar e é fundamental para o amadurecimento psíquico.

Geralmente a criança deixa de chupar dedo naturalmente. Entretanto, é possível que os pais tomem algumas medidas para evitar que esse hábito se prolongue durante a infância. Se o pequeno levar a mão à boca enquanto dorme e os pais estiverem perto, devem retirá-la com cuidado. Se a criança chupa dedo também durante o dia, enquanto está acordada, é essencial que os pais procurem substituir atividades em que ela fica de mãos vazias, por outras mais criativas como desenhar com lápis, giz, tinta, montar objetos, brincar de massinha de modelar. É interessante que os pais observem em quais situações a criança leva a mão à boca, assim poderão impedir mais facilmente, além de compreender quais circunstâncias geram mais ansiedade e medo, e poder conversar sobre isso com elas.

Brigar ou colocar substâncias com sabor/aroma fortes no dedo são medidas que não funcionam, além de poderem piorar o hábito. Discutir ou reclamar com a criança, expô-la na frente de terceiros, desencadeará mais ansiedade o que culminará no dedo na boca. Os pais devem proporcionar à criança um ambiente seguro e tranquilo, para que aos poucos ela possa substituir o hábito de chupar dedo para outras atividades que use as mãos. Se o pequeno não abandonar esse hábito com o passar do tempo pode ser útil levá-lo a um profissional. Crianças mais velhas devem ser levadas a um fonoaudiólogo, que em sua avaliação verificará a necessidade de um encaminhamento ao psicólogo.

E a chupeta? Até os dois anos a chupeta não deve ser vista somente como vilã, uma vez que ela conforta a criança na ausência do seio materno. Em geral, chupar dedo pode ser mais nocivo que chupar chupeta, uma vez que a chupeta pode ser jogada fora, esquecida, tirada pelos pais, enquanto o dedo está sempre disponível. É importante que os pais criem o hábito de tirar a chupeta da boca da criança depois dela dormir.

Mas, como acabar com o uso da chupeta? O processo pode ser iniciado com a visita a um odontopediatra. Existem alguns recursos que os pais podem lançar mão na hora de eliminar o uso da chupeta: avisar, aos poucos, que está chegando a hora de parar de chupar chupeta, propondo que a criança escolha outro acessório mais adequado para sua idade; evitar que o objeto fique tão disponível como antes (ofereça apenas na hora de dormir, por exemplo); criar histórias (fazer uso da fantasia sem medo!).

O ideal é que esse processo seja gradual e com colaboração da criança, minimizando os traumas,  evitando que se altere seu equilíbrio físico e psicológico. Os pais tem que ser pacientes e carinhosos, compreendendo o papel afetivo da chupeta na vida da criança!

Por Guia do Bebê

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Priorize o conforto para os primeiros sapatos do seu filho


Sapatinho de bebê é um dos itens mais icônicos da maternidade. Usados por muitas grávidas para comunicar à família que há um pequeno a caminho, durante os primeiros meses de vida, os sapatinhos são praticamente decorativos. No entanto, quando seu filho começar a ensaiar os primeiros passos, é preciso para partir sapatos "de verdade".


Segundo a pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein Mariana Nudelman Frayha, quando se iniciam os primeiros passos, mesmo que com apoio, o ideal é a introdução de um calçado de solado firme e cano curto. Antes dessa fase, o bebê pode usar sapatinhos mais flexíveis. Mas os acessórios não devem ser usados todo o tempo. “Quanto mais tempo a criança que está começando a andar ficar descalça, melhor. Claro, se as circunstâncias permitirem”, aconselha a pediatra.


Nesta fase da vida, os pezinhos do bebê - assim como o resto do corpo - crescem a uma velocidade espantosa. No entanto, comprar um sapato maior para que dure mais não é uma boa escolha. Quando muito grande, o calçado fica frouxo e pode provocar bolhas e facilitar quedas, por não oferecer a estabilidade necessária. Tampouco é recomendável que o sapato seja apertado, pois pode causar desconforto ou machucar o pé do bebê.


Assim, o sapato do tamanho correto deve ficar firme no pé, não se movimentando muito ao caminhar e, para garantir que não fique apertado, deve haver uma folga entre o dedão e a ponta do calçado, com espaço suficiente para que a criança possa mexer os dedos. Outros aspectos que devem ser considerados são a altura e a largura do pé. Se o calçado deixar a parte de cima ou dos lados do pé com marcas avermelhadas, é sinal de que está apertado. Para proteger estas partes do pé, dê preferência a modelos macios e maleáveis, que se ajustem ao pé do bebê.

Na hora da compra

Para Frayha, o essencial é que a criança se sinta confortável com o calçado. De acordo com ela, alguns bebês transpiram bastante nos pés, e se incomodam em usar sapatos. Assim, o melhor é comprar calçados arejados, de tecidos naturais, que permitam que o pé “respire”.

No final da tarde, os pezinhos dos pequenos costumam estar mais inchados, assim como os de adultos, por isso este é o horário mais indicado para levar seu filho a uma loja para experimentar os sapatos, evitando que o modelo experimentado na loja fique apertado no dia seguinte. Outra dica: principalmente no inverno, vale levar a meia, que costuma ser mais espessa nessa época do ano, à loja para provar com o novo calçado.

Devido à velocidade de crescimento dos pés do bebê, os pais devem ficar atentos à necessidade de troca por calçados de um número maior, o que pode acontecer em poucos meses. Por isso, a recomendação é não encher o guarda-roupas dos pequenos com muitos modelos. Um tênis para o dia a dia, uma sandalinha para os dias mais quentes e um sapato para ocasiões especiais já são suficientes.

Às vezes, por terem sido descartados com pouco tempo de uso, muitas mães reaproveitam o calçado que foi do irmão mais velho no caçula, o que pode ser um problema, já que o sapatinho usado se moldou ao formato e forma de caminhar de primeiro dono, diferentes dos de outra pessoa, o que pode causar prejuízos ao desenvolvimento do caçula.

 Por Terra

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Maternidades oferecem transmissão de parto pela web e berçário BBB

A escolha da maternidade pode ser a primeira das grandes decisões que uma grávida tem que tomar. Algumas mulheres não têm a chance de escolher, pois seus obstetras indicam o hospital em que realizam o parto e ponto final.

Para as que podem decidir, um bom começo é visitar as maternidades e pedir indicações a amigas, parentes e ao próprio obstetra.

O ginecologista e obstetra Renato Kalil, orienta a gestante a se informar sobre o acesso ao parto normal nas maternidades. “É preciso ter conforto na sala pré-parto.”

Para as que farão cesárea, Kalil afirma que é bom prestar atenção ao berçário e verificar se a maternidade conta com UTI neonatal. “Se acontecer algum problema, o local já está preparado para cuidar do bebê.”

Na hora de escolher, algumas grávidas também consideram a localização e hotelaria _algumas oferecem cardápio especial.

Para atrair as futuras mamães, as maternidades também oferecem pequenos mimos. A Pro Matre Paulista, Santa Joana, Santa Catarina e São Luiz dão bolsas com produtos de higiene para a mãe e bebê.

No Albert Einstein, as gestantes ganham uma bolsa com produtos para o bebê, almofada de amamentação e um brinde da Paola DaVinci.

Parto BBB

A verdade é que não conheço nenhuma mãe que escolheu a maternidade pelo brinde. Um diferencial que costuma interessar são aquelas salas de parto que possuem uma janela que fica transparente para que parentes e amigos vejam o nascimento do bebê. Pro Matre, Santa Joana e Albert Einstein contam com esses espaços.

Alguns hospitais oferecem o serviço de álbum do bebê na internet com imagens do recém-nascido. Acredito que em tempos de Facebook, Instagram e Twitter esse recurso já não faça tanto sucesso. Mesmo assim, esse serviço é cobrado em alguns hospitais.

O São Luiz coloca duas fotos do bebê gratuitamente na internet por 30 dias. O hospital também permite que o parto seja transmitido pela web, em tempo real, para pessoas autorizadas pelos pais mediante o uso de senha.

A localização do berçário dentro da maternidade também é importante. Algumas possuem um berçário por andar.

Também é bom verificar como é o transporte do bebê até o quarto da mãe e o sistema de identificação do recém-nascido.

Há maternidades que dispõem de câmeras 24 horas por dia gravando seu bebê enquanto ele estiver no berçário. Assim, do quarto você pode ver se a criança está chorando ou dormindo.

E eu com isso?

Confesso que para mim não deu muito certo a possibilidade de ficar vendo o bebê no berçário pela TV. Nas poucas horas em que ele era levado para o berçário, em vez de aproveitar para dormir, eu ficava grudada na TV. E se ele começava a chorar, já ficava aflita e queria ir até lá socorrê-lo. Mal sabia eu que era só o começo…

A maioria dos planos de saúde dá cobertura para hospedagem nos apartamentos padrão. Mas há suítes maiores e com mais recursos _desde que você pague por elas. Consulte o preço de cada tipo nas maternidades que visitar.

Agora cabe a você e seu companheiro decidir o que é importante que a maternidade ofereça para seu parto e o bebê. A minha tinha essa janelinha que fica transparente na sala de cirurgia, mas o parto ocorreu às 3h de uma madrugada inesperada. Não deu tempo de avisar ninguém para compartilhar daquele momento.

Quando marquei minha cesárea, tentei escolher a data por indicadores esotéricos. Meu obstetra me avisou que não adiantava eu escolher muito, pois era o bebê quem decidiria quando nascer. Dito e feito: bolsa rompeu bem antes da data agendada.

Minha prima escolheu uma que tinha a tal janelinha, câmera 24 horas no berçário e era de fácil acesso para as visitas. Ela entrou em trabalho de parto no serviço e teve o bebê às pressas perto de seu emprego, bem longe de casa. Imprevistos ocorrem quando o assunto é bebê.







Por Paula Futema - Folha de São Paulo

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Tocar músicas para bebês ainda no útero melhora aprendizado da fala

Os bebês que ouviram uma mesma música de ninar durante os últimos meses de gravidez foram capazes de reconhecer a melodia após o parto
O hábito de tocar canções para bebês que ainda estão no útero materno pode contribuir para o aprendizado de linguagem da criança no futuro. É o que sugere um estudo finlandês publicado na quarta-feira na revista PLOS ONE. De acordo com a pesquisa, crianças expostas a músicas ao longo da gravidez das mães são capazes de reconhecer a melodia mesmo alguns meses depois do parto. O resultado indica, portanto, que o cérebro do bebê é capaz de guardar memórias de longo prazo adquiridas ainda dentro do útero materno - o que contribui para o aprendizado da linguagem.

Para elaborar a pesquisa, os estudiosos selecionaram doze mulheres que passavam por uma gestação sem complicações. As futuras mães receberam um CD com a melodia da música Twinkle Twinkle Little Star (Brilha, Brilha, Estrelinha; tradicional canção de ninar inglesa), que deveriam colocar para tocar, em volume alto, pelo menos cinco dias por semana durante os três últimos meses da gravidez.

Logo depois do parto, os pesquisadores analisaram a reação desses bebês a duas versões da mesma música: uma delas com algumas notas modificadas, a outra, inalterada. Outros doze bebês que nunca haviam sido expostos à melodia também participaram do experimento, como grupo de controle.

Ao analisar a atividade cerebral por meio de sensores colados na pele dos bebês, os cientistas descobriram que as crianças do primeiro grupo apresentavam uma resposta muito mais forte à música original do que o grupo de controle. Quando repetiram a experiência quatro meses depois, o resultado foi o mesmo — sugerindo que a melodia havia se tornado uma memória de longa duração.

O estudo também mostrou que, quanto mais o bebê havia sido exposto à música no útero, maior era sua atividade cerebral em resposta à nova audição. "Pesquisas anteriores haviam indicado que os fetos eram capazes de perceber pequenos detalhes da fala, mas não sabíamos por quanto tempo eles poderiam reter essa informação. Nosso estudo mostra que os bebês são capazes de aprender em uma idade muito jovem, e que os efeitos dessa aprendizagem permanecem no cérebro por um longo tempo", diz Eino Partanen, professor da Universidade de Helsinki, na Finlândia, e um dos autores da pesquisa.

Memória fetal — O processamento das canções e da fala é feito por meio de mecanismos comuns no cérebro dos bebês. Segundo os pesquisadores, isso significa que a audição de músicas pode ajudar no aprendizado da fala humana. A pesquisa indica que esse processo de aquisição da linguagem pode começar ainda mais cedo do que se pensava. "Este é o primeiro estudo a acompanhar por quanto tempo as memórias fetais permanecem no cérebro. Os resultados são significativos, uma vez que os primeiros mecanismos da memória ainda são desconhecidos", diz Minna Huotilainen, pesquisadora da Universidade de Helsinki que comandou o estudo.

Os pesquisadores pretendem começar uma segunda pesquisa sobre o assunto, dessa vez com a intenção de analisar os efeitos nocivos que ambientes ruidosos podem causar no desenvolvimento dos fetos.

Por VEJA

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A Festa da Castanha

Assim como muitos países comemoram o Dia das Bruxas aqui nós celebramos a Festa da Castanha .


Eu pensava que era apenas uma tradição para comer comidas típicas, como batata doce, castanhas assadas, frutas da época (romã, caqui, uvas) e o panellet, doce típico da Cataluña, que podem ser feitos de várias formas, sendo a base da massa de amêndoas e aromatizados do sabor que você quiser, mas o mais comum é o de piñones.


Hoje na sala de estimulação do Nicholas, disseram que havia uma tradição que as crianças têm que deixar as castanhas escondidas em algum canto da casa para que à noite as almas daqueles que se foram venham para recolher os panellets.

Assim, a minha ideia é fantasia com meus filhos no dia 31, convidar alguns amigos e fazer as receitas abaixo que encontrei internet:

Abóboras Especiais:
Uma ideia simples e rápida são as abóboras especiais. O que os torna especiais? Bem, elas são tangerinas. Tudo que você tem a fazer é descascá-las e, em seguida, colocá-las em um palito verde de aipo para que pareçam abóboras. Depois é colocar em um prato e voilá! Lanche de abóbora!


A Vassoura de Bruxa de Queijo:
Tudo que você precisa é de Pretzels, queijo e cebolinha para decorar e manter o queijo. Você tem que cortar o queijo em tiras finas, colocar o palito no meio e pronto!


Fantasmas de Banana:
Tudo que você tem a fazer é mergulhar as bananas em chocolate, colocar em palitos e depois no freezer. Um lanche simples, rápido e saudável.

E no dia seguinte farei panallets com a Alexia. Não direi a ela que deixe castanhas pela casa para os mortos porque senão tenho certeza que a terei dormindo na minha cama por muitas noites! 

Por Gretel Neves - colaboradora da Petit Polá na Espanha

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Engatinhar prepara a criança para desafios futuros, como ler e escrever


É muito comum alguns pais afirmarem, até com certo orgulho, que seus filhos "andaram direto", dando os primeiros passos precocemente. No entanto, as crianças que dão esse salto no desenvolvimento perdem os benefícios relacionados à fase de engatinhar, que são muitos.

Explorar o mundo sobre quatro apoios antes de andar é tão importante que a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, ONG que atua em prol do desenvolvimento da primeira infância, promove a Engatinhata, evento que reúne bebês (com seus pais e/ou cuidadores) para engatinhar em um espaço público devidamente adaptado com tapetes emborrachados. Já foram organizadas Engatinhadas em cidades como Votuporanga e Penápolis, no interior de São Paulo.

A seguir, o consultor da fundação, o neurologista Saul Cypel, com outros especialistas, explica a importância de engatinhar para o desenvolvimento global da criança e o que fazer para estimulá-la a se movimentar de maneira autônoma, a partir dos seis meses de idade:

1) Engatinhar ajuda a desenvolver grupos musculares importantes das mãos, dos braços, dos ombros, além de fortalecer ligamentos, necessários para o aprimoramento de habilidades motoras finas. A articulação da base do polegar, em especial, é bastante estimulada. "Todos esses ganhos são importantes para o desenvolvimento da escrita e da coordenação fina", afirma o pediatra Daniel Becker, do Rio de Janeiro.

2) É nessa fase em que começa a andar sobre quatro apoios que a criança aperfeiçoa habilidades visuais, que envolvem a percepção espacial e de profundidade. Essas competências serão empregadas no momento de ler e escrever. "Ao pular a fase de engatinhar, aumenta a probabilidade de a criança apresentar dificuldades futuras, principalmente na aquisição da leitura, escrita e cálculos", diz Quezia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

3) Engatinhar não representa apenas um ganho de motricidade, mas a entrada em uma nova etapa do desenvolvimento neurológico. "Quando uma criança começa a engatinhar, o movimento repetitivo ajuda a estimular as conexões dos neurônios, permitindo que o cérebro possa controlar processos cognitivos, como a concentração, a compreensão e a memória", declara o pediatra Daniel Becker.

4)  A criança que engatinha fortalece a coluna, ganha equilíbrio e aprimora a coordenação motora geral, tudo isso antes de andar. "É a primeira atividade do bebê que envolve a alternância de braços e pernas, em movimentos simétricos. A coordenação entre os hemisférios esquerdo e direito do cérebro é trabalhada, e o bebê processa a visão e o movimento ao mesmo tempo. Assim, ele se prepara melhor para ficar de pé, caminhar, correr e praticar esportes", diz Becker.

5) Um bebê engatinhando constrói autoconfiança e toma suas primeiras decisões. Aprende quando desacelerar, ir mais rápido e quando investigar os obstáculos em seu caminho. "É melhor e mais natural fazer isso engatinhando. Em pé, é mais difícil e, se a criança cai, machuca-se mais", fala Becker.

6) Bebês a partir de seis meses já podem ser estimulados a se deslocar em superfícies seguras, firmes e quentinhas, como um chão de madeira ou um tatame feito com peças de EVA ou borracha. "A melhor maneira de motivar a criança a se movimentar é abrir espaços livres de obstáculos e deixá-la à vontade para explorar", diz o pediatra Daniel Becker.

7) Colocar o bebê de bruços ou sentado, com brinquedos à sua frente, é uma estratégia para incentivá-lo a se deslocar. "Primeiramente, a criança arrastará o corpo na direção do objeto e só depois se arriscará a engatinhar", afirma  o neurologista infantil Saul Cypel, consultor da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal.

8) No início, coloque os brinquedos próximos à criança e vá aumentando a distância gradualmente. "O bebê precisa achar que consegue chegar até o que ele deseja, para se sentir motivado", diz o pediatra Luiz Guilherme Araujo Florence, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

9) Outra dica para estimular o bebê é o adulto se colocar à frente dele e chamar sua atenção, segurando ou não brinquedinhos dos quais ele goste.

10) A vigilância permanente de um adulto é indispensável com um bebê que tem mobilidade. Afinal, a criança pode se deslocar rapidamente e se expor a riscos. "Nessa fase, o bebê já pode ficar de pé com apoio e alcança gavetas, estantes baixas, entre outros mobiliários e objetos, que podem representar perigo. É a época em que os pais têm de percorrer a casa verificando tudo o que pode oferecer riscos à criança, fazendo as mudanças necessárias", fala o pediatra Daniel Becker.

11) É comum a criança começar a engatinhar por volta dos oito ou nove meses de idade. Já as crianças de um ano que não engatinham nem dão passinhos com apoio devem passar por uma avaliação com um pediatra ou mesmo com um psicomotricista. "O fato de não engatinhar, em alguns casos, pode indicar um problema motor mais sério. Daí a importância do acompanhamento", diz o neurologista Saul Cypel. Em geral, o médico do bebê vai avaliar um conjunto de fatores na criança para indicar se o desenvolvimento, de uma forma global, está dentro do esperado.

Por UOL Mulher

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Sinais de que seu filho precisa usar óculos


Uma em cada quatro crianças em idade escolar sofre de algum problema de visão. Muitas vezes, a condição atrapalha o desempenho escolar do aluno, que pode ter dificuldade para ler o que está escrito na lousa ou em livros e cadernos.

Para o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos (SP), pais e professores devem estar sempre atentos às crianças para identificar possíveis limitações. “Tive uma paciente de seis anos que enfrentava sérias dificuldades de alfabetização porque tinha 12 graus de miopia em um olho e, até então, não havia sido diagnosticada”, conta.

Segundo orienta, o primeiro exame oftalmológico do bebê deve ser feito aos seis meses de idade. A partir daí, se não houver nenhuma anormalidade, a criança deverá passar por novas consultas em idade pré-escolar (aos 2, 4 e 6 anos), escolar (entre 10 e 12 anos) e quando estiver no Ensino Médio (em torno dos 15 anos).

Se detectado algum erro de refração (miopia, hipermetropia ou astigmatismo), a criança deve usar óculos. “As lentes de contato exigem um ritual de higiene que deve ser realizado todos os dias. Além disso, ela impõe algumas limitações, como, por exemplo, nunca dormir de lentes e não levar a mão aos olhos para coçar. Por isso, para crianças com menos de 12 anos, os óculos são mais recomendados”, afirma o especialista. Já a cirurgia ocular só é indicada para crianças em casos graves, quando há risco de perda de visão.


“Hoje há uma grande variedade de óculos para crianças. É importante levar em consideração que a armação deve ser resistente, leve e se ajustar bem ao rosto para que ela possa exercer suas atividades e brincar livremente. Inclusive, existem modelos com elástico que prende atrás da nuca. Só assim ela aceitará bem o uso contínuo dos óculos”, afirma Dr. Renato.

Segundo ele, existem alguns sinais que podem indicar a necessidade dos óculos. Fique atento se o seu filho:


  • Reclama de dor de cabeça. “Quando a criança reclama com alguma frequência de dor de cabeça quando está em aula ou ainda quando faz a lição de casa, e principalmente se reclama de dor na testa, é preciso investigar. Ela pode estar fazendo um esforço extra para enxergar direito.”
  • Senta muito próxima à televisão. “Ainda que as telas dos televisores tenham aumentado bastante nos últimos anos, algumas crianças insistem em sentar bem próximo à TV, dando sinais de que talvez sofram de miopia. O mesmo é válido para games de bolso ou livros. Se o seu filho tem esse costume, precisa ser investigado.”
  • Aperta os olhos para ler. “Quando a criança aperta um dos olhos para enxergar, pode ser que inconscientemente esteja querendo melhorar o foco e usando o olho bom para ver bem. Trata-se de um sintoma clássico.”
  • Anda de cabeça baixa. “Há casos em que a criança estrábica ou com desequilíbrio no músculo ocular acaba tendo dupla visão ao focar um objeto ou olhar para baixo. Para se sentir mais segura, passa a andar sempre com a cabeça baixa, na tentativa de prevenir quedas.”
  • Lacrimeja excessivamente. “Algumas crianças não fecham os olhos totalmente enquanto dormem. Essa condição leva a um ressecamento noturno e, para compensar, os olhos passam o dia lacrimejando espontaneamente – o que atrapalha muito a visão correta e, inclusive, o relacionamento com os colegas de classe.”
  • Coça os olhos insistentemente. “Esse é um sinal clássico de fadiga ocular e deve ser investigado. Tanto pode ter origem em problemas de visão, como pode estar relacionado à conjuntivite. Nos dias em que a umidade do ar está baixa, essa condição se intensifica tanto que pode até provocar lesões nas pálpebras.”
  • Mostra dificuldade com a leitura. “Quando a criança, já alfabetizada, não consegue ler uma sentença sem se perder nas palavras ou pular linhas, pode ser sintoma de astigmatismo ou ainda de estrabismo.”
  • Acompanha a leitura com o dedo. “Este é outro sinal perceptível durante a leitura. Se a criança não consegue ler sem recorrer ao dedo indicador, pode não ser apenas uma mania, mas sim um caso de ambliopia [síndrome do olhinho preguiçoso], em que as letras e palavras parecem muito próximas, dificultando a leitura.”
  • Demonstra sensibilidade à luz. “É um sinal fácil de reconhecer. Quando a criança demonstra incômodo exagerado em ambiente muito iluminado ou ainda sob luz solar, pode ser sinal de exotropia, um tipo de estrabismo.”
  • Tapa um olho com a mão. “Há crianças que, automaticamente, tapam um dos olhos com a mão para enxergar melhor com o ‘olho bom’. Isso pode acontecer durante as atividades escolares ou até mesmo de lazer, como ver TV. Tanto pode indicar um problema de ambliopia como de estrabismo. Por isso, não pode passar sem ser devidamente investigado por um oftalmologista.”

Por Itodas

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Instinto alimentar dos bebês inicia no útero materno, afirma estudo


Ao estudarem imagens fetais realizadas mensalmente da 24ª a 36ª semanas de gestação, os cientistas descobriram que os fetos mais jovens estavam mais propensos a tocar suas cabeças e que, conforme se desenvolviam, eles começavam a tocar mais suas bocas. Perto da 36ª semana de gestação, os fetos começaram a abrir a boca antes de tocá-la.

A antecipação de toque é uma habilidade que o recém-nascido utiliza durante a alimentação, afirmou Nadja Reissland, psicóloga da Universidade Durham, na Inglaterra, que relata as descobertas juntamente com seus colegas no periódico Developmental Psychobiology.

"Não podemos afirmar que seja uma precursora da alimentação, mas um de seus elementos", afirmou. "Você precisa realmente abrir a boca para se alimentar"

Os recém-nascidos prematuros talvez não tenham dominado esse conhecimento, afirmou Reissland. O estudo pode fornecer mais informações sobre o que os recém-nascidos prematuros são capazes de fazer e que cuidados especiais eles necessitam.

"Os fetos talvez estejam aprendendo de fato os limites de seu corpo, a percebê-lo pelo tato e a sentir o que é ser uma pessoa dentro do útero", ponderou.

Por UOL Saúde


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Rainbow Loom: a febre do momento nos Estados Unidos

Se você entrar em qualquer escola de primeiro ou segundo grau por aqui, você vai ouvir o nome Rainbow Loom

Sim, essa é a febre do momento entre meninos e meninas. Mas o que isso?

Rainbow Loom é um kit para fazer pulseirinhas de elástico, que vem com: o ganchinho que usamos para manusear os elásticos, a base usada para serem feitas as pulseiras, uma mini base onde se pode fazer pulseiras mais simples, 600 elásticos e fechos para as pulseiras.

Essa é a cara da famosa caixinha!

Rainbow Loom - USD34.95
E essa é a cara do Rainbow Loom que usamos para fazer as pulseiras:

O sucesso é tão grande que já existem vários modelos de pulseiras, anéis e até bolsinhas feitas de elástico. Minha filha, Manoella, adora e todos os dias ela e as amiguinhas fazem pulserinhas para trocar na escola. As vezes acho que não vai dar nem para colocar o casaco de tanta pulseira no braço!


Cada tipo de pulseira tem seu nome e, para facilitar, é só entrar no youtube ou no site oficial para aprender como se faz. Alguns dos modelos são:


E se os elásticos acabarem é fácil abastecer. Tem refil de todas as cores, os saquinhos podem ser de uma cor só, coloridos, tye dye, que brilham no escuro... É só escolher!

Refil dos elásticos -  USD3.99
E quando as mamães acham que a febre para por ai, é tanta coisa para guardar que vale a pena comprar o que chamamos de “storage”. Manoella ganhou de aniversário e vale muito a pena, facilitou na hora de se organizar para fazer suas pulseiras.

Storage - USD14.99
Estou adorando a mania, tenho dois Rainbow Looms aqui em casa e até eu gosto de sentar e fazer pulserinhas com minha filha. Acho que é uma atividade que usa a concentração, a criatividade e a organização.

Os produtos podem ser comprados e entregues no Brasil pela Amazon.

Por Paula Aloy - colaboradora da Petit Polá nos Estados Unidos

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Casa com bebês pode sim ter animais!


Ao contrário do que se imagina, bebês e animais podem, sim, ser amigos inseparáveis. Mesmo no que diz respeito à saúde. E quanto mais cedo o primeiro contato acontecer, melhor. De acordo com um estudo encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) ao Grupo de Pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), bebês menores de um ano que convivem com um cão estão menos vulneráveis a desenvolver alergias e dermatites. Em tese, as proteínas que ajudam a regular o sistema imunológico aumentam significativamente nessas crianças. Nos mais velhos, de quatro anos, a presença do animal pode ajudar a reduzir rinites alérgicas e, aos seis e sete anos, reduz a imunoglobulina E, um anticorpo que pode desencadear um processo alérgico.

Enquanto brinca com o seu bicho de estimação, o bebê desenvolve a coordenação motora, descobre o que é ser responsável, aprende a conviver socialmente e a tratar um outro ser vivo com respeito e dedicação. A companhia de um animal desperta sensação de bem-estar físico e mental. O afeto entre o pet e seu dono pode, inclusive, ajudar no tratamento de depressão, autismo e até câncer infantil, já que o animal fortalece a autoestima dos pequenos e os ajuda a ficar mais alegres para combater os problemas de saúde. 

Mas, obviamente, só pode fazer bem um animal que está saudável. Por isso, recomenda-se que ele visite o veterinário regularmente. “Se o bicho estiver saudável, independentemente da espécie, o contato com a criança não oferece risco, desde que ela não tenha uma alergia, por exemplo”, afirma Alice Deutsch, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein. Crianças que têm rinite alérgica, adenoide ou outros problemas respiratórios podem conviver com cães que oferecem menos risco de provocar alergia. Em alguns casos, a convivência ‘elimina’ a alergia, mas é muito importante conversar com um médico nessas circunstâncias. E mesmo que todos os cuidados tenham sido providenciados, a supervisão de um adulto é obrigatória. “É melhor que o bebê não tenha contato com a comida, com os objetos e, é claro, com a urina ou fezes do animal”, avalia Alice. E é por isso que a relação exige limites: o “cantinho” do pet é só dele. Um gato, por exemplo, não deixa de ser gato só porque vive dentro de casa. Sendo assim, uma “caminha” limpa e objetos higienizados não o impedem de contrair bactérias que podem prejudicar a saúde do bebê. E a mesma regra é válida para cães, roedores e cágados.

O espaço exclusivo do pet também é uma alternativa para proteger os pequenos de ferimentos. “O ideal é que o animal possa ficar sozinho, sem ser incomodado, quando sentir que deve”, sugere o zootecnista e adestrador Alexandre Rossi, o Dr. Pet. Até oito anos, aproximadamente, a criança não tem noção de que puxar o pelo ou a orelha, passar a mão com força ou somente brincar com o animal em um momento em que ele não está a fim pode resultar em um arranhão ou mordida. “Se o bichinho estiver com dor ou se sentir ameaçado por algum movimento, vai se defender. É o instinto natural. Portanto, nesses momentos, é melhor que ele fique no seu cantinho. De qualquer forma, a criança precisa saber se comportar na presença de seu pet”, afirma.

Para mantê-la fora de perigo, observe duas regrinhas básicas: “ensine seu filho a chamar o animal quando quiser fazer carinho nele e não ir em sua direção. Também é importante dizer que não se deve gritar ou fazer movimentos bruscos”, aconselha o adestrador. E até quem não tem um pet precisa aprender a se comportar. “Outro dia estava na rua com a minha cadelinha, a Estopinha, e uma menina se aproximou dela e começou a gritar. Com isso, ela poderia ter provocado um ataque”, conta o Dr. Pet. A dica, portanto, é educar a criança para o convívio com animais mesmo que ela não tenha um. E quando estiver na casa de alguém que tenha um pet, supervisione o contato e certifique-se da saúde do animal.

Até o bebê completar dois ou três anos, um peixinho pode ser o animal de estimação mais indicado. “O Betta é ótimo, pois se adapta bem em um aquário simples, sem bomba de oxigenação”, sugere o adestrador. Mas, também nesse caso, a supervisão é indispensável. “Os pais têm que tomar cuidado porque a criança pode querer tirá-lo do aquário ou dar comida demais”, alerta. E se a família já tem um bichinho, quando o bebê nascer é preciso ensinar os dois a conviver. “Os pais podem aproximar o bichinho do bebê sob supervisão. Pegar a criança no colo e deixar o cachorro se aproximar, por exemplo. Também é importante levar o bicho ao quarto para conhecer e sentir o cheiro do ambiente”, diz Alice Deutsch, pediatra.

Antes de pensar na espécie do pet, avalie com calma a decisão de ter um. Afinal, a responsabilidade pelo bem-estar do animal é dos pais. Sem contar o gasto com ração e veterinário, que pode ser alto e precisa estar previsto no orçamento. “A responsabilidade pelo cuidado com o bichinho pode ser compartilhada. Mas a criança só pode assumir o que tem capacidade de cumprir e, mesmo assim, vai ser supervisionada na execução da função. Por exemplo, se vai dar comida para o peixinho, os pais precisam olhar para ver se ela não exagera”, aconselha Clarissa Temer, psicóloga. Ter responsabilidade sobre o animal ajuda a criança a amadurecer, mas a maneira como os pais conduzem a relação determina o quanto ela pode aprender. “Há quem ameace o filho: ‘se você não cuidar, vamos dar o bichinho’. Dessa forma, a criança vai achar que o animal pode ser tratado como um brinquedo”, diz Clarissa. O pet pode alegrar a família inteira. E, se a essa alegria se somar aprendizado, ainda melhor.

Por Revista Caras

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Como ensinar crianças a resistir a Junk Food


Você resistiria ao seu doce favorito depois de olhá-lo e cheirá-lo?

Uma professora de psiquiatria e pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, em San Diego, está ensinando crianças com excesso de peso a ter força de vontade para resistir a batatas fritas, doces e salgadinhos.

Segundo o Wall Street Journal, em 2011 Kerri Boutelle conduziu experimentos com crianças de 8 e 12 anos ao longo de oito semanas. Elas deveriam avaliar seu desejo por um alimento específico cheirando, dando uma pequena mordida e olhando para ele durante cinco minutos. Após uma segunda avaliação, elas descartavam o alimento.

A abordagem de Boutelle contraria o ditado “longe dos olhos, longe do coração”. Em parte, isso se deve ao fato de que as crianças acabam comendo mais quando são expostas a seus alimentos favoritos em anúncios publicitários ou outros meios, mesmo que não estejam com fome. A ideia dos experimentos é desenvolver a força de vontade para superar o desejo de comer.

“Estamos ensinando as crianças a controlar seu desejo e a não comer quando não estão com fome”, declarou a pesquisadora ao Wall Street Journal.

Boutelle acompanhou os participantes do estudo durante um ano, e descobriu que a técnica de exposição aos alimentos funcionou por cerca de seis meses. Seu estudo mais recente ainda não foi publicado, mas ela já está convocando crianças para uma nova pesquisa, cujo objetivo é obter resultados mais duradouros por meio da variação do tempo de tratamento.

Por Discovery Mulher