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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A importância da atividade física durante a gravidez



Aparentemente, os dias de irritabilidade, cansaço e oscilações de humor durante a gravidez estão com os dias contados. Um estudo realizado pela Universidade de Western Ontario, no Canadá, revelou que a atividade física melhora o humor das futuras mamães.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores Anca Gaston e Harry desenvolveram um plano de exercícios de quatro semanas para grávidas inativas. Cumprido o prazo, as participantes relataram melhoras significativas em relação ao humor e ao cansaço.

Gaston e Prapavessis partiram do pressuposto de que transtornos típicos do pós-parto, como depressão e ansiedade, na verdade são mais intensos durante a gravidez. O sedentarismo das mães também pode afetar os bebês e gerar problemas como alterações dos níveis de cortisol, comprometimento do desenvolvimento cognitivo e maiores riscos de desenvolver problemas mentais.

A conclusão dos autores reforça a hipótese de que praticar exercícios durante a gravidez proporciona múltiplos benefícios. Além do fortalecimento corporal, a atividade física contribui para uma boa noite de sono. Não é fácil dormir com uma criança dentro da barriga, mas exercícios periódicos deixam a mãe mais cansada e o corpo mais relaxado para que consiga dormir o tempo necessário e recuperar as energias.

Exercícios para grávidas

As gestantes devem realizar atividades físicas que façam bem ao coração, ajudem a manter a flexibilidade do corpo e a controlar o aumento de peso, e que fortaleçam a musculatura. Os exercícios não devem exigir esforços exagerados, que representem um risco tanto para a mulher como para o bebê.

Aldana Donato, formada em cinesiologia pela Universidad del Salvador, ressalta essa necessidade. “As grávidas costumam sentir dores na lombar e ter inchaços nos pés. As atividades físicas fornecem vários benefícios porque as ajudam a relaxar a coluna e aumentam a circulação do sangue”.

Caminhar, por exemplo, é uma das melhores formas de se exercitar nessa fase, porque não gera impacto ou desgaste das articulações e é uma atividade segura. Além disso, não exige um lugar ou preparação especial (somente um bom par de tênis), e é ideal para o bom funcionamento cardiovascular.


Até o quarto mês, quando a barriga começa a aparecer, é aconselhável concentrar parte da atividade física no fortalecimento das costas. “O crescimento da barriga aumenta a curvatura lombar, por isso recomendamos a realização de exercícios para a região pélvica”, explica Donato. Como exercitar as costas? Basta a mulher se deitar de barriga para cima, com os joelhos flexionados, e realizar pequenos movimentos como os mostrados no vídeo abaixo:


Para complementar essas atividades, a ioga e os alongamentos diários são as melhores opções porque trabalham a elasticidade. “O alongamento combinado com exercícios de respiração que aumentem a capacidade torácica, reduzida pelo espaço ocupado pelo bebê, facilitam a circulação, a mobilidade das articulações e a preservação do equilíbrio”, completa Donato.

Por Discovery Mulher

segunda-feira, 25 de março de 2013

Estudo diz que amamentação não reduz risco de obesidade


A amamentação é amplamente incentivada devido aos seus diversos efeitos positivos para a saúde, mas a alegação de que ela reduz o risco de obesidade na infância pode estar indo longe demais. Um estudo randomizado que acompanhou crianças até seus 11 anos de idade descobriu que, mesmo a longo prazo, o aleitamento materno exclusivo não tem efeito sobre a obesidade ou a baixa estatura na infância.

Os pesquisadores estudaram mais de 13.000 pares de mães e filhos que só usaram o leite materno para a alimentação em 31 maternidades de Belarus, em 1996 e 1997. Cerca de metade das mães foi vinculada a um programa de promoção de aleitamento materno desenvolvido pela OMS (Organização Mundial de Saúde), enquanto o restante recebeu os cuidados habituais.

Em três meses, 43% das mulheres do programa da ONU estavam ainda exclusivamente amamentando, comparado a 6% no grupo controle. Em seis meses, os números foram de 7,8% para aquelas que estavam no programa e de 0,6% para as do grupo controle.

O estudo, publicado na semana passada no periódico "The Journal of the American Medical Association", não encontrou nenhum efeito significativo sobre o peso ou a altura das crianças. O índice de massa corporal, percentual de gordura corporal e a prevalência de obesidade ou excesso de peso foram ligeiramente superiores nas crianças amamentadas por períodos mais longos, mas a diferença foi estatisticamente insignificante.

"Há inúmeras boas razões para amamentar", disse a autora principal da pesquisa, a médica Emily Oken, professora associada de medicina populacional em Harvard, "e só porque não vimos nenhuma evidência para a obesidade não significa que as mulheres devam parar de amamentar".

Fonte: UOL

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Festa do ultrassom é o novo chá de bebê entre mães americanas



Compartilhar imagens do ultrassom do bebê no Facebook já está se tornando coisa do passado. Pelo menos nos Estados Unidos, onde a moda agora são os curiosos “chás de ultrassom”. Para se ter uma ideia, técnicos de ultrassonografia cobram entre US$ 150 e US$ 300 (R$ 300 e R$ 600) para fazer a “performance” ao vivo na casa das gestantes, com família e amigos na plateia.


“Querer saber como o bebê será é um desejo normal. E o avanço da  medicina permite que se mate um pouco essa curiosidade. Mas para mostrar o ultrassom não precisa ter ‘plateia’, nem virar uma festa, bastam os familiares”, diz a psicóloga Adriana Takahashi. O “chá de ultrassom” faz parte da tendência de compartilhar cada vez mais informações sobre a gravidez e o bebê, potencializada principalmente pelas redes sociais. “A necessidade de estar em evidência é despertada nessas redes e algumas pessoas acabam se comportando de forma narcisista, sempre com o intuito de chamar a atenção”, diz a psicóloga.


E o fenômeno parece se inserir num contexto social ainda mais amplo, onde a fronteira entre público e privado, que antes era bem delimitada, hoje é tênue. No ano passado, por exemplo, festas para revelar o sexo da criança se tornaram hit entre os americanos. De acordo com a revista The New Yorker, em menos de seis meses, dois mil vídeos que registram esse tipo de “evento” foram postados no YouTube. “Os pais podem compartilhar com os amigos as travessuras de seu filho na internet, mas a ordem é sempre usar o bom senso e se questionar se o que estão fazendo é demais”, alerta Adriana.

As reflexões que surgem a partir dessa “onda” são pertinentes. Se durante a gestação o bebê já for extremamente exposto, o que acontecerá depois de seu nascimento? É realmente necessário compartilhar tudo o que acontece? A psicóloga lembra que a exposição exagerada pode, inclusive, colocar em risco a segurança das crianças. “Todo cuidado é pouco ao postar fotos e vídeos dos filhos, pois tais informações também podem ser visualizadas por desconhecidos, dependendo da configuração de privacidade da sua conta no Facebook, por exemplo”, diz.

Então, use o bom senso. Afinal, tudo que é demais acaba, no mínimo, colocando à prova a paciência de amigos e familiares. E você não vai querer ficar conhecida como a “mãe chata”, certo? 

Fonte: CARAS

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Adote medidas simples para melhorar o sono na gestação


A maioria das mulheres vivencia uma verdadeira gangorra do sono durante a gestação. No início, dorme-se demais. Depois, no segundo trimestre, o sono se estabiliza e, nos últimos três meses, pode-se enfrentar dificuldades na hora de ir para a cama.

"É muito comum a grávida ter problema para dormir ou ter a qualidade do sono alterada. Isso pode acontecer em todas as fases, seja por condições digestivas, psicológicas ou por causa do posicionamento ao dormir", afirma o ginecologista e obstetra Nelo Manfredini Neto, do Hospital Samaritano, de São Paulo.

No início da gravidez, é comum a mulher se sentir mais sonolenta durante o dia pelo aumento do nível do hormônio progesterona no organismo. Em contrapartida, há quem relate dificuldade em ter um sono reparador nesse mesmo período, o que pode ter ligação com a excitação ou insegurança de carregar um bebê.

No segundo trimestre, os hormônios se estabilizam e o mais comum é não ter problemas em relação à qualidade do sono. Os últimos três meses são a fase de maior queixa das gestantes. Primeiramente porque, em função do crescimento da barriga, fica complicado encontrar uma posição confortável para dormir.

Há ainda mais fatores que atrapalham. "O primeiro é o crescimento do útero, que comprime a bexiga e faz a mulher acordar muitas vezes para ir ao banheiro. A segunda é a sensação evidente dos movimentos do bebê. E, por fim, as queixas de dores nas costas, principalmente na região lombar", diz o ginecologista e obstetra Eduardo Cordioli, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

OS EXAMES DA GESTANTE

Apesar de tantas interferências, adotando algumas medidas simples, a grávida pode garantir um descanso adequado. Confira a seguir:

- Duas horas antes de ir dormir, pare de tomar líquido. Assim evitará ter de se levantar muitas vezes para ir ao banheiro fazer xixi;

- O organismo leva, em média, quatro horas para concluir a digestão de uma refeição completa. Para não sentir náuseas, evite comer e, em seguida, deitar. Quando a grávida sofre de refluxo gástrico, o cuidado deve ser dobrado;

- Com o crescimento da barriga, o centro de gravidade altera-se para a frente do corpo, causando dores nas costas. A solução pode estar em exercícios leves e dirigidos para gestantes, como hidroginástica, ioga e pilates. Essas modalidades ajudam a relaxar o corpo e a mente e ainda facilitam a respiração;

- Para relaxar, tome um banho morno e prolongado ao anoitecer;

- Diminua o ritmo de suas atividades no começo da noite e tente dormir por, pelo menos, oito horas;

- Não havendo contraindicação médica, faça sessões de drenagem linfática uma vez por semana para eliminar o inchaço, desconforto comum na gestação;   

- Peça a seu companheiro uma massagem com toques leves no pescoço, nos ombros e na lombar para aliviar dores e tensão;  

- Frequente um curso de gestante para se familiarizar com os cuidados com o bebê e atenuar o medo de não dar conta do recado;
  
- Deixe o quarto de seu filho preparado para recebê-lo antes dos sete meses de gravidez. A providência diminuirá sua ansiedade no caso de um parto prematuro.


Acerte sua posição na cama

Confira dicas da médica fisiatra Rosane Chamlian, professora da disciplina de fisiatria da Escola Paulista de Medicina da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) para encontrar a melhor posição na cama para dormir:

- Ao deitar de lado, prefira o esquerdo. Essa posição facilita a  circulação do sangue entre a mãe e o feto, colaborando com a nutrição deste;

- Além de dar preferência para o lado esquerdo, deite-se com a barriga voltada para fora da cama. Nessa posição, ao se levantar, você colocará, primeiramente, as pernas para fora do leito, evitando esforço desnecessário das costas; 

- Mesmo não sendo o mais indicado, a mulher que está acostumada a dormir de bruços pode usar essa posição nos primeiros meses, porque não faz mal nenhum ao bebê. Quando a barriga crescer, provavelmente, essa forma não será a mais confortável;

- Também é possível deitar de barriga para cima se a grávida não sentir incômodo. Algumas mulheres sentem falta de ar por causa da compressão da veia cava, responsável por trazer grande parte do sangue circulante de volta ao coração;

- Travesseiros extras ou almofadas são grandes aliados de um sono reconfortante. Pode-se colocar um desses itens entre as pernas, na altura dos joelhos, para impedir o desalinhamento da coluna e compensar a pressão exercida pela barriga;

- Outra possibilidade é colocar uma almofada sob a barriga para proporcionar um apoio e manter as costas alinhadas. Sem ela, você acabará apoiando a barriga na cama e, consequentemente, torcerá a coluna.

Fonte: UOL


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Como cuidar e higienizar o cordão umbilical do bebê



Ele não é só o canal de comunicação entre a mamãe e o bebê, mas também um importante cordão de sobrevivência do feto. O cordão umbilical é responsável por fornecer proteínas, glicose e micronutrientes ao bebê. Além disso, reforça a proteção do feto com inúmeros anticorpos e leva para ele oxigênio, indispensável para sua sobrevivência.

Ao nascer, o obstetra rompe esse canal (que é ligado à placenta da mãe). Nesse momento, o bebê passa a sobreviver sozinho. Mas, ainda por alguns dias, o restinho do cordão umbilical (cerca de 4 cm) fica no umbigo do bebê até que caia sozinho.

O cordão umbilical merece alguns cuidados para evitar que infeccione e cause dor ao bebê. Segundo a Dra. Karina Zulli, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, limpar o local com algodão e álcool é o processo mais seguro e higiênico, evitando o acúmulo de bactérias e infecções posteriores. “Algumas mães sentem aflição na hora de dar banho no bebê pensando que ao tocar no cordão umbilical ele sente alguma dor ou incômodo. Mas elas podem ficar despreocupadas, pois essa extremidade é desprovida de nervos, por isso a criança não sente nenhuma dor”, afirma ela.

A obstetra também alerta sobre os cuidados na hora da troca da fralda. “É importante e necessário que a mãe, ao fazer a troca da fralda, limpe o cordão umbilical também. E sempre deixe a fralda presa em baixo do umbigo, deixando o local respirar”, explica a médica.

Sempre depois de fazer a higiene do cordão umbilical é importante que a mãe se certifique que o local esteja bem seco. “Quando úmido, pode ocorrer a proliferação de bactérias. Por isso secar bem e deixar o umbigo respirar é importante e fundamental para evitar a aparição de qualquer infecção”, finaliza ela.

Se surgirem manchas avermelhadas ao redor do cordão umbilical é aconselhado levar o bebê ao especialista. Segundo a obstetra, geralmente o o cordão demora de 7 a 15 dias para de desprender da barriguinha do bebê. E, nesse tempo, ele muda de cor, ficando cada dia que passa mais preto. A cor é normal e mostra que está tudo bem com o bebê, e o processo de cicatrização está sendo feito corretamente.

Fonte: iTodas

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Conhecendo melhor as mães americanas



3- Nasceu Ethan William!
 
O nascimento de um bebê é sempre mágico, e ter acompanhado a gravidez da Katie, escrevendo sobre ela, fez o nascimento do Ethan ser ainda mais especial. 


Estava com meu marido e meus filhos quando ela mandou uma mensagem no meu celular dizendo “Game Time!!”, que quer dizer que ali começava todo o processo de ir para o hospital. Sim! Digo processo porque aqui o usual é o parto natural. Apesar do número de parto com cesárea ter crescido nos Estados Unidos, o parto natural ainda atinge uma média de 60%.
 

As contrações da Katie começaram por volta de 1h30 da madrugada, e após 90 minutos estavam em um intervalo de 3-5 minutos (hora perfeita para a última foto com a barriga).


A jornada da Katie até o nascimento foi a seguinte: chegou ao hospital às 4h30, as contrações estavam em um intervalo de 2 minutos (muito fortes) e, às 7h da manhã, a bolsa estourou. O horário que a dilatação atingiu os 10cm foi às 12h30, e ela começou a empurrar às 12h55. Ethan nasceu às 13h55.




Segundo a própria Katie, o nascimento do Ethan foi bem mais fácil que o da Evelyn, sua primeira filha. Ethan empurrou durante 1 hora, comparado a Evelyn que empurrou durante 5 horas! Também comparamos as horas do trabalho de parto, que foram de 12 horas para o Ethan, e 30 com a Evelyn! Todos sabemos que um filho nunca é igual ao outro, e no final das contas, o importante é ver o amor da Evelyn com o novo irmãozinho!



Demos de presente para a Katie o Snuggle Nest, que fecha como uma bolsa e pode ser levado para qualquer lugar. Tem luz noturna e duas funções sonoras, musica, e o barulho do útero da mãe!




Katie adorou o presente da mãe dela, o Snap N Go, que nada mais é do que uma base de carrinho onde você encaixa a cadeirinha do carro do bebê. Prático e opção perfeita e econômica para as mamães que pensam em comprar outro carrinho para quando o bebê estiver maior e já sentando.




Ethan é lindo, e super calminho! E aproveito para agradecer aos papais por tudo que dividiram com a gente!

E quem sabe, Katie, a mais velha de um total de seis irmãos, não nos surpreenda futuramente com outro bebê!



Baby Trend Snap N Go EX Universal Infant Car Seat Carrier – 74.99 –
www.toysrus.com (entrega no Brasil) 

Baby Delight Snuggle Nest – USD49.99 – www.toysrus.com (entrega no Brasil)


Por: Paula Aloy - correspondente da Petit Polá nos Estados Unidos