segunda-feira, 22 de abril de 2013

PRIMEIROS PASSOS: Ele ainda não caminha... E já tem 14 meses!

Nicolás, meu filho mais novo, é um “expert” em engatinhar e se vira muito bem para chegar onde quer, seja se arrastando, se apoiando nos móveis ou escalando os obstáculos. Mas está com um ano e dois meses e ainda não anda e isso me preocupou.

Eu, como a maioria das mães, comparo a evolução dos meus filhos com a de outras crianças e pensei que talvez fosse minha culpa que meu filho ainda não estivesse andando. Por que será? Talvez Nico não esteja sendo suficientemente estimulado?

Decidi conversar com o seu pediatra e ele me tranquilizou. Me disse que meu filho já se coloca de pé, já caminha apoiado em móveis e que somente lhe falta soltar-se mais. Me deu um artigo para ler que falava sobre a importância do engatinhar para o desenvolvimento do cérebro – texto muito interessante e que agora compartilho com vocês.

Segundo o autor, engatinhar requer uma grande coordenação de braços e pernas, um espírito aventureiro e vontade de conquistar o mundo. Além disso, tem consequências em nível motor, intelecutual e emocional da criança, já que:

  • Favorece o desenvolvimento da musculatura: braços e pernas se fortalecem, assim como os músculos que mais adiante permitirão que a criança mantenha a coluna perfeitamente ereta no momento de colocar-se de pé.
  • Favorece a coordenação: cabeça e corpo estão em diferentes planos e a criança tem que aprender a não deixar cair nem para o lado, nem para a frente. Aprender a fazer isso apoiado nos braços e pernas é a primeira etapa antes de aprender a sustentar a cabeça ao caminhar.
  • Favorece a conquista do ambiente através da mudança de lugares.
  • Ajuda a calcular distâncias, já que precisa andar sem bater nas paredes e portas da casa.
  • Favorece o tato, o olfato e a visão: engatinhando, o bebê tem certa independência e começa a descobrir as coisas por si próprio. Os hemisférios cerebrais trabalham muito para conectar-se bem.
  • Favorece a independência psicológica: o bebê já está preparado para se separar da mãe e começar a conhecer o mundo”

Mamães, estimulem seus filhos a engatinhar e espere, que na hora certa eles vão caminhar – e não param nunca mais!






Por: Gretel Neves - colaboradora da Petit Polá na Espanha

sexta-feira, 19 de abril de 2013

História em quadrinhos do Neymar Jr. chega às bancas neste mês de abril



Vocês viram a participação do Maurício de Sousa na matéria principal da nova edição da Petit Polá?

Pois ele, em parceria com a Panini, apresenta às crianças, neste mês de abril, uma novidade: quadrinhos baseados na vida real. É a história de Neymar Jr.

Nos quadrinhos, ele terá sua própria turminha e a importante participação de seus pais, que na vida real são seus mentores. Terá a idade de 10 anos, quando ainda começava seus primeiros contatos com o futebol, para demonstrar que sempre foi em busca de seu sonho de ser um dos maiores ídolos do futebol no mundo.

"Criar um personagem a partir do Neymar tem sido uma aventura gostosa de participar. Sabemos que estamos passando para milhares de leitores o exemplo de trabalho e superação para atingir os melhores objetivos na vida através dos sonhos de um ídolo" , conta Mauricio de Sousa sobre o mais novo personagem.

Já Neymar Jr. diz que histórias em quadrinhos sempre fizeram parte da sua infância, “e hoje esta sendo incrível conhecer e participar deste projeto junto com o pai da Mônica e do Cebolinha".

“É vocação da Panini estar conectada aos principais acontecimentos que envolvem o mundo do futebol. O lançamento deste novo personagem – um ícone como Neymar Jr.-, reforça a estratégia do grupo em divulgar este esporte que é universal e tem o Brasil como uma das maiores referências”, afirma José Eduardo Severo Martins, diretor presidente da Panini Brasil. “O País entra no clima dos principais eventos mundiais de futebol que irá sediar – Copa das Confederações e Copa do Mundo. 

Para divulgar o lançamento, a Panini investe em campanha com veiculação em TV, rádio e jornais, além de um amplo planejamento na internet com ações em sites e redes sociais.

A revista Neymar Jr será mensal, com 68 páginas em formatinho (13,5 x 19 cm), e o primeiro número traz a história “Um garoto de talento”, que conta a estreia de Neymar Jr. nos quadrinhos com lances de tirar o fôlego. A publicação terá ainda passatempos.

FICHA TÉCNICA

REVISTA NEYMAR JR nº 1
Páginas: 68 
Formatinho
Periodicidade: mensal
Valor: R$ 3,90
Distribuição: Nacional
Lançamento 30/04/2013

Fonte: Assessoria de Imprensa Mauricio de Sousa Produções

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Eu, meus filhos e meus Apps


Acho que como muitas mamães de hoje, me preocupo com a quantidade de horas que as crianças querem ficar em frente a TV, iPads, iPhones ou qualquer outro aparelho eletrônico.

Adoro estimular a imaginação dos meus filhos com livros e pinturas, mas apesar da afirmação acima, na minha vida também existem aplicativos, que são usados em ocasiões especiais.

E a minha ocasião especial vai acontecer essa semana: viajo sozinha com meus dois filhos em um voo de quase 7 horas, em um avião que não tem opção de televisões individuais e a chance de ficarem entediados é enorme!

É ai que entra meu amigo iPad. Para essa viagem, instalei todos os jogos do Toca Boca, que são criativos e interessantes, tanto para a Manu com 5 anos, como para o Renan com 2 anos. Alguns deles são de graça, outros não passam de USD5.99. O legal é que a maioria deles ensina uma mensagem legal no final. Alguns exemplos são:

Toca Hair Salon – esse foi o primeiro jogo que conheci e tem também a versão Toca Hair Salon 2 e Toca Hair Xmas (onde Papai Noel ou a Árvore de Natal são os clientes). É um salão onde seu filho escolhe o cliente que vai cortar o cabelo, e com isso, corta, pinta, passa chapinha, secador, lava, passa shampoo e tudo mais que ele quiser inventar!



Toca Kitchen - as crianças escolhem o personagem e brincam com as comidinhas que cozinham e servem. No final, o personagem gosta ou não, pois dependendo da criança, vai limão na frigideira e carne no liquidificador. Hilário!


Toca Store - é uma lojinha onde os pequenos escolhem os produtos que vão vender, pagam com as moedinhas, empacotam e ganham o recibo da compra com o preço de cada produto.


Toca Birthday Party – o jogo se passa em uma mesa de aniversário. A criança escolhe o bolo, dá presente, apaga as velhinhas, serve os pratos, abre o presente....e no final....arruma a mesa e coloca a louça para lavar! 


Toca Doctor – aqui seu filho é o médico e tem que solucionar 4 problemas do paciente que chega no consultório. Os problemas são simples, desde farpas na mão, limpar um machucado no joelho, colocar o bandaid, colocar colírio nos olhos e até catar piolho. Coisas que já podem ter acontecido com eles ou com algum amiguinho!


Toca House – um prédio onde as crianças ajudam os moradores de um prédio a cuidar do jardim, colocar as cartas na caixa de correio correta, passar roupa, lavar pratos, aspirar o chão, colocar lenha na fogueira, entre várias outras atividades que, de forma divertida, mostram como devemos sempre cuidar do nosso lar.


Toca Band – é um palco onde o seu filho escolhe 7 artistas para tocarem, podendo trocar de artista e descobrir a variedade de sons que eles podem combinar.


A escolha do App deve ser sempre feita com cuidado pelos pais, e como pesquiso muito, conheço vários bacanas, que estimulam e ensinam. 

Hoje em dia não tem como fecharmos os olhos para essa tecnologia fantástica, mas devemos ter cuidado com o tempo que nossos filhos dedicam a ela. No meu caso, virou meu plano B, quando crayons e livrinhos não estão disponíveis e sozinha morando em outro país, já me ajudou muito em restaurantes, manicures e agora, na minha viagem!

Por Paula Aloy - colaboradora da Petit Polá nos Estados Unidos

terça-feira, 9 de abril de 2013

O que meu filho vai ser quando crescer?

Com a ajuda de um programa de edição de imagens, e da sua esposa, o fotógrafo francês Eric Maloberti criou roupas típicas de várias profissões para vestir sua filha June. Conheça o projeto "Um dia, minha criança será...":

Toureiro
Encanador
Papa
Bailarina
Açogueiro
Surfista
Médico
Frei
Lutador
Aeromoça
Você já imagina o que seu filho ou filha vai ser quando crescer? 

Fonte: MdeMulher

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Vacina contra a gripe é segura e protege a mãe e o bebê



Às vésperas do início de mais uma campanha nacional de vacinação contra a gripe, que neste ano acontece entre os dias 15 e 26 de abril, é tempo de as gestantes incluírem em sua rotina de cuidados uma ida ao posto de saúde mais próximo para se vacinar sem receio de possíveis problemas.

"A princípio, a vacina era contraindicada porque se desconheciam os danos que poderia causar ao feto. Mas hoje o Ministério da Saúde, ciente de sua segurança, preconiza a aplicação", afirma a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital São Luiz, em São Paulo. As grávidas fazem parte do grupo prioritário, que inclui as crianças maiores de seis meses e menores de dois anos, que recebem a vacina gratuitamente nos postos de saúde.

Um estudo realizado em 2012 trouxe mais tranquilidade às mães e aos médicos. Pesquisadores da Clínica Wisconsin Marshfield, nos Estados Unidos, compararam 243 gestantes que sofreram aborto com outras 243 que não sofreram. No primeiro grupo, 38 mulheres haviam tomado a vacina quatro semanas antes de perderem seus bebês. No segundo, 31. Os números fizeram com que os pesquisadores concluíssem que a vacinação não foi fator de risco aumentado para os abortos.

Os estudos têm demonstrado a segurança da vacinação em qualquer momento da gravidez. "De modo geral, evitamos indicar qualquer vacina no primeiro semestre de gestação. Isso porque os abortos espontâneos são mais comuns nesse período e pode ficar a impressão de que há alguma relação com a vacina", afirma a mestre em ciências médicas Carolina Mocarzel, da Unidade Materno Fetal do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro.

"Mas, no caso da vacina de gripe, como ela é especialmente importante durante o inverno, quando se concentra a maioria dos casos da doença, deve-se vacinar a gestante em qualquer fase. Essa recomendação é confirmada pelo informe técnico da campanha nacional de vacinação contra a gripe do Ministério da Saúde."


Os riscos de efeitos colaterais são mínimos. "A vacina têm um perfil de segurança excelente e é muito bem tolerada. Deve ser evitada apenas por mulheres com histórico de alergia a ovo de galinha, uma vez que há elementos dele na composição", fala Carolina Mocarzel. "Esse tipo de vacina é feito com vírus inativados, o que significa que contém somente vírus mortos, daí sua segurança", declara  o infectologista Marco Antonio Cyrillo, da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia).

As reações previstas são brandas, como dor e sensibilidade na região da injeção. Entre seis e 12 horas após a vacinação, também é possível ocorrer febre, mal-estar e dor no corpo, sintomas que persistem por dois dias. Em apenas 10% dos casos, a vacina provoca uma forma mais atenuada de gripe.

A doença pode ser bem mais chata. Como o sistema imunológico da gestante fica mais "preguiçoso", a chance de contrair doenças virais é maior. Como a gama de medicamentos que pode tomar para controlar a doença é reduzida, ela tem de conviver com o mal-estar por mais tempo.

Proteção para o bebê

A vacina contra a gripe garante proteção não apenas para a gestante, mas também para o bebê logo após o nascimento. "Durante a gestação, há transferência de anticorpos maternos para o feto por meio da placenta", diz a médica Carolina Mocarzel. "Já foi comprovado que a vacinação da gestante é uma estratégia eficaz de proteção ao recém-nascido. Os estudos científicos demonstram um número menor de casos da doença em bebês de mães vacinadas", fala a especialista.

Um desses estudos foi realizado pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, em 2012, com 27 gestantes. De acordo com a pesquisa, 41% delas receberam vacinação contra a gripe e 59% não. Exames de sangue realizados nas crianças imediatamente depois do nascimento mostraram que todos os bebês filhos de mães que tinham sido vacinadas apresentavam os anticorpos contra a gripe, contra apenas 31% dos filhos das que não tinham sido vacinadas. Os anticorpos desse último grupo provavelmente foram adquiridos porque a mãe teve contato com o vírus durante a gestação.

Dois meses depois do nascimento, 60% dos filhos das mães vacinadas ainda apresentavam anticorpos, contra apenas 11% do outro grupo. É uma vantagem tremenda para o bebê, uma vez que a vacina contra a gripe só pode ser aplicada nas crianças depois dos seis meses de vida.

Fonte: Uol

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Uma Páscoa diferente


Uma simples ideia pode se transformar em uma grande lembrança de Páscoa na vida de nossos filhos! Isso aconteceu comigo no fim de semana retrasado, e a equação foi: 

- O dono de um supermercado local doar ovos de verdade
                                        +
- Voluntários locais da comunidade cozinharem esses ovos

E a experiência foi possível!

As crianças chegaram no Woodcock Nature Center, um centro destinado a educar a comunidade sobre a natureza e como preservá-la, e foram transportadas por um trator até as trilhas onde os ovos estavam escondidos!



Após cada criança ter encontrado o total de 12 ovos, elas os colocavam na cestinha e se dirigiam ao balcão montado para decorá-los.


Ao chegar no galpão, a criança ganhava uma metade de uma caixa de ovos (confesso que não entendi o motivo inicialmente), e eis que me deparei com várias vasilhas com tintas coloridas, onde as crianças jogavam os ovos e esperavam esses ficarem da tonalidade que elas escolhessem!




E o toque final era uma mesa cheia de adesivos para as crianças decorarem os ovos já coloridos. 

O resultado ficou lindo, principalmente por ter sido feito por dedinhos especiais! 

Pequenas idéias valem muito! 


Por Paula Aloy - correspondente da Petit Polá nos Estados Unidos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Mar e arte

Em menos de um mês, a Cidade Maravilhosa ganhou dois novos espaços dedicados à cultura. O Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá, e a Casa Daros, em Botafogo, juntam-se a uma lista de instituições que, além de abrigar acervos interessantíssimos, oferecem algo a mais para crianças. Os paulistinhas que tomarem a ponte aérea na Semana Santa têm boas opções para aprender, se emocionar e se divertir. 

MAR – Inaugurado no início do mês, o museu está instalado em dois prédios (um eclético do início do século XX e outro modernista) que se comunicam pelo terraço coberto por uma estrutura em formato de onda. As crianças vão gostar do visual. Embora as ações educativas ainda não estejam ocorrendo (pelo menos não estavam no último sábado...), os pequenos são capazes de acompanhar bem as exposições “Rio de imagens”, “O colecionador”, “Vontade construtiva” e “O abrigo e o terreno”, com especial interesse por instalações que reproduzem o Rio Antigo, por quadros de Tarsila do Amaral e penetráveis de Hélio Oiticica e Ernesto Neto. Não vá com fome. A cafeteria está funcionando com pouquíssimos itens e não aceita cartão. Informações: http://www.museumar.com.


Casa Daros – O casarão neoclássico do século XIX foi restaurado e ocupado pela fundação suíça que se dedica à arte latino-americana. As exposições “Cantos cuentos colombianos” e “Para (saber) escutar” inauguraram o espaço no último fim de semana. A proposta da instituição é também contribuir com a educação. Em todas as salas, monitores atenciosos ajudam as crianças (e adultos, por que não?) a entender o que fazem cachos de banana pendurados em um museu, por que o Pateta foi transformado em relíquia pré-colombiana e como lagartixas desidratadas podem se transformar numa coroa. As mesas do restaurante Mira! (dos mesmos donos dos contemporâneos  Miam Miam e OuiOui) se estendem pelo pátio interno. Um astral! Informações:  http://www.casadaros.net.



MAM – O prédio projetado por Affonso Eduardo Reidye instalado no Aterro do Flamengo  é o suporte  da videoinstalação “Índice”, de Luiza Baldan, que projeta dentro do museu imagens captadas do lado de fora. A exposição “Polaridades” comemora os 65 anos da instituição. As crianças curtem os trabalhos marcados por formas geométricas de artistas brasileiros, como Lygia Clark, e estrangeiros como Pollock. O museu tratou de estampar um aviso na entrada da mostra “Arquivo X” de Márcia X, desaconselhando (mas não proibindo) a entrada de menores de 18 anos na sala.  Aos domingos, no Núcleo Experimental monitores incentivam as famílias a criarem seus próprios trabalhos. A cafeteria tem serviço de bufê no almoço e serve lanchinhos até o fechamento do museu. O restaurante Laguiole, com novo chef, só funciona para almoço durante a semana e atrai executivos. Informações: http://mamrio.org.br.



CCBB –A música diz que cariocas não gostam de dias nublados. Pode até ser. Mas nós sabemos o que fazer num dia sem praia: correr para o CCBB é sempre garantia de bom programa. Até o dia 7 de abril, está em cartaz uma exposição que os pequenos vão amar: “Movie-se”, sobre desenhos animados. Mas não é só isso. Além das exposições, há cinema, teatro, contação de histórias e outras atividades que dialogam com as mostras em cartaz. Algumas dessas sessões são gratuitas. É preciso chegar com um tantinho de antecedênciapara garantir o lugar. Se a fome bater, há um pequeno café na rotunda e uma brasserie no mezanino. Atenção: a instituição não vai abrir na Sexta-feira da Paixão. Informações: http://www.bb.com.br/portalbb/home22,128,10151,0,0,1,1.bb?codigoMenu=9887.


Instituto Moreira Salles – A belíssima casa modernista, com jardins projetados por Burle Marx, foi residência da família do embaixador e banqueiro Walter Moreira Salles. Hoje o instituto tem dos mais importantes acervos de fotografia e música do país. Todo sábado, às 17h, há um programa especialmente dedicado às crianças. As atividades são variadas e podem ser checadas na página da instituição, que traz ainda uma publicação sobre como as crianças podem desfrutar de um museu e os cuidados a serem adotados nesses locais. Vale baixar e conversar com os pequenos espectadores (http://ims.uol.com.br/Dicas_para_a_visita/D643).  Informações: http://ims.uol.com.br.


Museu da Vida – O Museu da Vida está para o Rio assim como o Catavento está para São Paulo. Se o espaço carioca dedicado à ciência é menor do que o paulista, não perde em nada em valor histórico. Localizado no campus da Fundação Oswaldo Cruz, o museu tem atrações interativas em que as crianças aprendem especialmente sobre biologia. A visita pode começar com um passeio de trenzinho e incluir uma visita ao Castelo Mourisco. Não deixe de conhecer um dos mais importantes endereços da ciência brasileira por estar hoje rodeada por comunidades carentes. Mas, se não tiver certeza quanto ao trajeto, talvez seja uma boa alternativa usar um táxi. Informações: http://www.museudavida.fiocruz.br.



MAC –Vale a pena atravessar a Baía de Guanabara para conhecer o “disco voador” projetado por Oscar Niemeyer. O Museu de Arte Contemporânea de Niterói mantém uma exposição permanente da Coleção Sattamini. Aos domingos, às 16h, costuma haver contação de histórias, mas o evento está suspenso temporariamente. No subsolo, um bistrô funciona para café da manhã, almoço e jantar nos fins de semana.  Informações: http://www.macniteroi.com.br.


Por Tatiana Clébicar - colaboradora da Petit Polá no Rio de Janeiro